Classic Fusion Firmament

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Categoria: TÉCNICA ARTESANAL
"A Hublot incorporou o ósmio, um dos metais mais raros de nosso planeta, em um relógio."
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Um Classic Fusion que contém o mais precioso de todos os metais preciosos

Se luxo equivale a raridade, então nenhum metal precioso é tão luxuoso como o ósmio. Pela primeira vez no mundo da relojoaria, a Hublot incorporou o ósmio, um dos metais mais raros de nosso planeta, em um relógio: o Classic Fusion Firmament.

O ósmio é encontrado em minérios de platina e é tão raro que cerca de 10 mil toneladas de minério de platina vão render meros 28 gramas de ósmio. A platina é um metal bastante raro, mas se comparamos as reservas globais, há cerca de 13 mil toneladas de platina e apenas cerca de 200 toneladas de ósmio. De fato, o ósmio é o elemento estável menos abundante na crosta terrestre, com uma fração de massa média de 50 partes por trilhão na crosta continental.

E como o ósmio é bastante volátil em seu estado de metal puro, a Hublot usa no Classic Fusion Firmament sua forma cristalizada, formada a partir de um processo exclusivo, desenvolvido por uma equipe de cientistas e pesquisadores próximos do cantão suíço de Valais. Este processo permite que o ósmio em forma de metal atinja seu ponto de fusão em 3.033°C, alterando a sua estrutura e transformando-se em cristal de ósmio, uma forma muito mais estável do elemento.

Montado em uma caixa de 45 mm em cerâmica preta polida com acabamento acetinado-escovado ou inteiramente em platina polida, a Hublot foi bem mais longe, não apenas criando um mostrador feito de ósmio, mas também um movimento para o Classic Fusion Tourbillon Firmament no qual os cristais metálicos são incorporados ao movimento turbilhão esqueleto, proporcionando um contraste fascinante entre as pontes antracites tratadas com rutênio, visíveis em ambos os lados do movimento.

Irradiando reflexos prateados e azuis de seus cristais, que variam em tamanho de meros décimos de milímetro a uns poucos milímetros, os elementos do ósmio podem ser comparados a um céu claro de uma noite estrelada, de onde veio o nome "firmamento". O termo é usado para designar o céu como conceito celestial ou como espaço físico sideral, uma noção generalizada entre muitas civilizações antigas.

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